Peru: OEA descarta ocorrência de 'irregularidades graves' no 2º turno de eleições

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A Organização dos Estados Americanos (OEA) descartou nesta sexta-feira, 11, a ocorrência de "irregularidades graves" nas eleições do segundo turno no Peru, mas reconheceu o direito de realizar tais alegações por parte dos candidatos. O chefe da missão para o segundo turno no país, Rubén Lescano, indicou que a OEA observou um processo "positivo", e que houve melhoras com relação ao primeiro turno, em um comunicado sobre os trabalhos no país.

Lescano reconheceu que ambos os candidatos não se proclamaram vencedores enquanto o processo eleitoral não foi encerrado. Após tais trâmites, o chefe da delegações pediu para que "a vontade popular seja respeitada". Até o fim das tratativas, a OEA irá manter uma delegação observando os processos no país, indicou Lescano.

A judicialização do pleito aumentou nos últimos dias, especialmente depois que a candidata Keiko Fujimori acusou irregularidades em cerca de 800 locais de votação. O postulante à frente na apuração, o sindicalista Pedro Catillo, junto a seu partido também apontou problemas na votação. Formalmente, nenhum dos dois se declarou vencedor até o momento.

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